Contos ” A Botija”


Um homem sem fé que sempre disse ateu, certo dia numa tarde mordorenta recebeu uma visita quando estava a resonar na varanda de sua casa.
Era uma mulher acompanha de dois homens um jovem e outro mais velho.
A mulher lhe disse você tem sido muito sem fé e por isso vou lhe dar um prêmio, embaixo do pé de ATINCUM que fica depois da virada da estrada tem uma botija enterrada, cheia de ouro prata e pedras preciosas, ela será sua mais terá que cumprir duas regras, primeira não deitar com mulher durante sete luas e não falar palavrão durante as sete luas, para tirar a botija leva uma junta de bois brancos e dois jumentos pretos pois ela está muito funda e só pode ser tirada por esses animais.
A mulher saiu andando e sumiu por trás de uma jaqueira.
Quando o homem tornou a si estava preocupado e assombrado mais não acreditava no que tinha acontecido pensava que era um sonho.
Quando no outro dia que ia para a cidade passou pela virada da estrada e olhou para o pé de aticum e viu a mulher de longe acenando e ele foi até lá era uma mulher jovem e bonita que pedia ajuda para tirar um aticum maduro que pendia do pé, ele subiu no pé de atincum tirou a fruta e a deu para a mulher ela disse: agora vc terá sua recompensa e deixou cair a alça da blusa mostrando um seio o homem abraçou a mulher e a possuiu durante horas até cair de cansado.
Quando acordou a mulher não estava mas lá.
Ele se arrumou e foi embora.
Passadas as sete luas ele recebeu outra vez a visita estranha desta vez do homem que disse: ja se passaram as sete luas e o dia é  chegado amanhã riqueza lhe espera no pé de aticum.
Ele lembrou da conversa com a mulher, juntou os dois bois brancos e os dois jumentos pretos , foi até o local indicado e cavou, depois de um metro de chão achou uma alça de bronze amarrou a corda dos animais e começou a puxar, enquanto a alça saia do chão ia também saindo água da terra até que tanta agua formava um alagado foi quando ele viu o que tinha dentro da jarra de bronze  era ouro e pedras preciosas que reluziam a luiz da lua cheia, ele passou a gritar mais e mais alto aos animais enquanto batia com o chicote ” vamos miseráveis vamos!” puxa com todos os trezentos demônios animais do inferno!
Nesse momento surgiu de lado dele a moça com qual tinha se deitado e disse no ouvido dele, “homem sem fé”, agora sua alma é minha e empurrou ele para dentro d’agua enquanto os animais eram puxados pela força da jarra que voltava para dentro da lama que havia se formado com água que saia do chão até que as cordas se arrebentaram e os animais fugiram assustados o homem que debatia na lama não sabia o que pensar só sentia varias mãos puxando suas pernas e roupas para dentro, quando de repente estava já todo dentro d’agua percebeu que uma  mão segurava na sua e de uma só vez o puxou para fora.
Quando ele acordou estava na margem de uma enorme lagoa rodeada de pés de atincuns e ao lado dele um homem negro de cabelos brancos estava fumando um cachimbo.
O velho disse:    Tudo bom mizinfio? Dexa preto véio te dar um conseio neh toda  promessa que faze pra gente que agente tem correr atrás não! Mizinfio agora tu vai pa tua casa e reza um rosaro porque os bicho que te engaro num foro embora  não e tem cuidado com as muié que tu pega nos caminho.
Quando ele se virou que olhou pra a onde estava o velho ele tinha sumido.
O homem desenbestou para casa e desde de esse dia que reza o rosário todo dia.

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