Mitologia da Madioca


A índia Mani Nasceu uma indiazinha linda e a mãe e o pai tupis espantaram-se:
– Como é branquinha esta criança!
Chamaram-na de Mani. Comia pouco e pouco bebia. Mani parecia esconder um mistério. Uma bela manhã, Mani não se levantou da rede. O Pajé deu ervas e bebidas à menina. Mani sorria, muito doente, mas sem dores. E sorrindo Mani morreu. Os pais enterraram-na dentro da própria oca e regaram a sua cova com água, como era costume dos índios tupis, mas também com muitas lágrimas de saudade.

Um dia, perceberam que do túmulo de Mani rompia uma plantinha verde e viçosa. A plantinha desconhecida crescia depressa. Poucas luas se passaram e ela estava alta, com um caule forte que até fazia a terra rachar ao redor.
– Vamos cavar? – comentou a mãe de Mani.
Cavaram um pouco e, à flor da terra, viram umas raízes grossas e morenas, quase da cor dos curumins, nome que dão aos indiozinhos. Mas, sob a casquinha marrom, lá estava a polpa branquinha, quase da cor de Mani.
– Vamos chamá-la de Mani-oca. – resolveram os índios.
Transformaram a planta em alimento. A lenda de Mani foi registrada em 1876, por Couto de Magalhães. Câmara Cascudo acrescenta que o nome mandioca advém de Mani + oca, significando casa de Mani.

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