O Instituto Sempre Alerta acredita que a maior formação que se pode dar aos jovens é a consciência crítica e a capacidade de abstrair, recentemente o Ministro do Meio Ambiente resolveu por ele mesmo enfraquecer as regras que protegem MANGUEZAIS e RESTINGAS ambientais frágeis porém, necessário a para regular o clima, reduzir impactos de tsunamis e sobretudo por sustentar milhões de famílias pelo Brasil afora, porém a decisão do ministro foi barrada pela justiça federal do RJ exatamente por ferir a lei.
Consultando a história vemos um fato muito parecido, vamos a ele…

A Prússia do século XVIII conheceu um dos maiores estadistas de que se tem notícia: Frederico II, também conhecido como Frederico, O Grande. Déspota esclarecido, amigo de Voltaire, amante das artes, o rei Frederico II também se notabilizou pelas campanhas militares bem-sucedidas, que renderam ao território da Prússia importantes faixas de terra.

A despeito da grandiosidade de sua figura, um episódio curioso marca a biografia do monarca. Coube ao escritor François Andrieux registrar o fato. No ano de 1745, Frederico II foi visitar as obras do castelo de Sans-Souci, projetado especialmente para seu conforto e repouso longe da Corte. Para sua infelicidade, havia nas cercanias um moinho pertencente a um moleiro, que, incorporado à paisagem, diminuía-lhe a beleza da vista.

Mesmo diante da insistência do rei em comprar-lhe o moinho, o moleiro se negava, alegando que ali fora onde seu pai morrera e onde criava os seus filhos. Não iria abrir mão de sua propriedade por qualquer quantia.

Cansado das recusas do velho senhor e porque já havia oferecido valores que superavam o do moinho resolveu ele mesmo ir falar com o moleiro, chegando lá, argumentou, ofereceu valores cada vez mais altos e observado por seu séquito incrédulo, acabou se irritando.

Irritado, disse então o monarca ao moleiro: “Você bem sabe que, mesmo que não me venda a terra, eu, como rei, poderia tomá-la sem nada lhe pagar”, no que o moleiro retrucou com a conhecida frase:

“O senhor? Tomar-me o moinho? Só se não houvessem juízes em Berlim”.

O conto nos diz que ao ouvir a resposta, o rei entendeu que, mesmo sendo um monarca poderoso, não estava acima da lei, deixando o moleiro em paz e desistindo da ampliação do palácio, dizem que o moinho ainda continua lá.

Daí em diante, a expressão “ainda há juízes em Berlim” tem sido usada como significado de resiliência, de resistência às pretensões injustas e da confiança de que Justiça será feita, mesmo contra os poderosos, mas, especial, que a lei deve servir para todos.

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